minha história
eu aprendi nas trincheiras e levo isso para o seu negócio.
"Huckleberry? Isso é sobrenome de família?" Não é. É nome de personagem. Meu avô, Belmiro Siqueira, foi professor e um dos patronos da profissão de Administração no Brasil. Tinha mais de quatro mil livros em casa e, menino, lia em cima das mangueiras do quintal, em Ubá, no interior de Minas. Um dos favoritos era "As Aventuras de Huckleberry Finn". Ele amava tanto aquela história que deu o nome do menino a cada um dos quatro filhos. Eles passaram pra frente. Eu carrego esse nome, e o meu filho também.
Sou publicitária de formação e estrategista comercial por escolha. Foram 11 anos de Coca-Cola, no Brasil, conhecendo os dois lados do negócio, e quatro perguntas guiam tudo o que eu faço: o que vender, como vender, onde vender e pra quem vender. É o que eu chamo de marketing de chão.
Ler a história completa
Na Coca-Cola, eu assinava Peres. Só assumi o Huckleberry quando montei o meu próprio negócio. Hoje, assumo pra tudo. Porque, do mesmo jeito que o meu avô decidiu que um nome deveria atravessar gerações, eu decidi que o que aprendi na empresa grande não devia morrer dentro das paredes de quem já tem um departamento de marketing inteiro.
Sou publicitária de formação e estrategista comercial por escolha. Entrei na Andina, a engarrafadora da Coca-Cola, como analista e cheguei a gerente, em trade marketing e lançamento de produto. Fiz job rotation na Coca-Cola Indústrias e trabalhei em marketing e, em rotação, também em vendas. Foram 11 anos, no Brasil, conhecendo os dois lados do negócio. O que vender, como vender, onde vender e pra quem vender: essas quatro perguntas guiam tudo o que eu faço. É o que eu chamo de marketing de chão.
Um dos maiores desafios da minha carreira, e talvez o meu maior orgulho, foi relançar a embalagem retornável de vidro no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Meta agressiva de share, pouco tempo e um time que cabia numa mesa de café: eu, um analista e uma estagiária. Funcionou. E eu aprendi ali que equipe enxuta não é desculpa. É a regra do jogo.
Depois dos 11 anos de Coca-Cola, eu saí para empreender. Muita gente chamou de coragem. Para mim foi consequência. A Coca-Cola virou minha cliente, e de lá para cá trabalhei com grandes empresas no Brasil, na América Latina e na África. Alguns exemplos: só na Universidade de Vendas da Coca-Cola, mais de 600 vendedores treinados; mais de mil atendentes do McDonald's; 400 promotores e 30 supervisores da UpLive. E tem muito mais. Entendi uma coisa simples: quem vende, vende melhor com método.
Tem um lado de ter negócio próprio que ninguém te conta antes de você começar: você decide tudo, preço, fornecedor, contratação, cliente difícil, sem ter com quem trocar ideia de verdade. Isso tem nome: solidão de gestão. E não é falta de talento. É falta de alguém que ajude a pensar junto.
Hoje eu toco duas empresas ao mesmo tempo: a Studio Combinado, que treina equipes comerciais e faz estratégia comercial para empresas, e a Nós4, para quem tem um pequeno negócio e merece ferramenta de verdade, com você e não por você. Hoje, o que mais ocupa os meus dias é a Jornada 1 da Nós4: o meu método em aulas gravadas, para quem tem um pequeno negócio. E toda manhã eu acordo com a mesma pergunta: como eu faço isso gerar resultado de verdade? Para mim e para os meus clientes. Essa pergunta não é ansiedade. É motor.
Pequeno negócio não precisa de gestão pequena.
É isso que eu levo para a Nós4: o rigor de quem viveu a grande empresa, no tamanho do seu dia a dia, sem jargão e sem complicar o que pode ser simples. Sacou? Faz o raio-x e vamos colocar os pingos nos is do seu negócio.
Ver como a gente pode trabalhar junto